sábado, 22 de agosto de 2015

Regressando.

Já a madrugada ia alta quando regressei a tua casa para te apresentar o meu filho, como se nunca o tivesses conhecido. Pareceu-me assustado quando se aproximou de ti. Tentei tranquilizá-lo dizendo-lhe que não lhe farias mal.
Observei em ti um sorriso escondido na pele curtida e enegrecida pelo tempo. Um sorriso infantil de mafarrico apanhado em flagrante.


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