A mãe sai de casa para trabalhar todos os dias às cinco e meia da madrugada, mesmo assim ele não abdica de um beijo de bons dias. Aos catorze anos percebe que os afectos não abundam e é preciso lutar, competir pelos poucos mimos que a mãe revela capacidade de dar.
Fico intrigado.
Saberá ele que ninguém cresce numa relação onde existe fome de afectos?

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