quinta-feira, 28 de maio de 2015

Filho da Rua

Dois anos e meio depois, de experiência amarga em Centro Educativo, procurou-me.
Mudaram as feições.
Digo-lhe que está crescido, mas sinto o mesmo menino assustado que conheci no bairro.
Filho da rua. Sonha em ter filhos e uma família organizada.
Diz que me procurou apenas para me cumprimentar, mas acredito que foi para muito mais.

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