divã(gando)
quarta-feira, 25 de junho de 2014
Medo do escuro
Mergulho na cama
invade-me abrupto o escuro,
nem colo, nem, história, nem luz.
Do medo permaneceu o segredo.
Medo das formas e rostos da morte.
Estremeço, cerro os olhos,
o sono há-de chegar para me libertar.
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