Em três meses, foram dezassete os sonhos que vieram à luz do dia. Traço comum a todos, os
sentimentos de tolerância e de esperança, mesmo naqueles em que a tragédia era
iminente. Houve entusiasmo quando haveria razão para a descrença.
Os sonhos não são
coisa do outro mundo. Não são cor-de-rosa, nem azuis, têm a cor da bondade e do desejo. Os
sonhos que sonhamos de noite, durante o sono, são sonhos que começamos a
construir de dia. Têm a ver com a história de cada um, com a sua circunstância e
com a capacidade de pensar e explorar o seu próprio mundo. Os sonhos são pessoais e intransmissíveis. 
Sem comentários:
Enviar um comentário