sou filho do vento.
Oiço-o em tom suave
num pinheiro de tenra idade.
Recordo o mar
Traz a saudade.
Sinto no peito
a tristeza que carrego.
Encontro-me com ela.
Procuro sentido
na vida que levo.
É a nortada
que arrefece o Verão,
provoca arrepio
induz a emoção.
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