Nas veredas da serra
oiço a cascata,
num canto permanente
de água corrente.
(Noite de sono insuficiente,
não adormece o consciente,
numa insónia que não mente.)
Aquela água,
cuja melodia apazigua,
corre obstáculos na nascente,
num sonho premente,
porque a vida continua.

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