Quero sentir
o que sente
o pescador,
depois da faina,
quando abraça
a sua gente.
Quero sentir
o que sente
o agricultor
quando põe na terra
a semente.
Quero sentir
o que sente
o escultor
quando dá forma
à matéria insolente.
Quero sentir
o que sente
o menino
quando reencontra
o pai ausente.

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