terça-feira, 15 de abril de 2014

A falta que dói.

Nunca imaginaste a tua falta.
Estavas lá, ausente.
Absorvi a tua dor.
Ignoraste como eras importante.
Viveste morto por dentro,
com emoções emparedadas
numa cripta
isolado do que te rodeava.
Para ti é tarde. Não faz mal.
Por mim reinvento-te todos os dias.

                                                         Manuel Campus

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