Descobri a urgência de escrever.
Tornei-me dependente da minha escrita
e ela amante da minha solidão.
Só escrevo porque me convém
e por uma razão justa.
Percebi que escrevendo
crio um movimento alado,
transformador e libertador
de uma parte da vida
que ficou lá atrás. Manuel Campus
.

E escreves muito bem, parabéns!
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